Benfica 4 – 1 Celtic | Análise

English English · 2 min de leitura

Neste Benfica vs Celtic analiso os principais momentos táticos, desempenhos individuais e pontos de viragem da partida.

O Benfica chegava à segunda jornada da Liga Europa depois de vencer o Milan fora de casa, e havia motivos para acreditar em mais uma vitória. O Celtic liderava o campeonato escocês, mas, fora do seu contexto habitual, não impunha o mesmo respeito. E o Benfica tratou de mostrar isso muito cedo.

Aos três minutos, Dane Murray atingiu a perna de Jhon Durán dentro da área e o árbitro assinalou penálti. O colombiano assumiu a responsabilidade e executou uma Panenka perfeita, enganando completamente Sinisalo. Um início de sonho para os encarnados, que continuaram a explorar o lado esquerdo, sobretudo através de Prestianni.

Aos 22 minutos, o argentino voltou a fazer a diferença. Numa boa jogada de posse e triangulação, recebeu com espaço e cruzou para o segundo poste, onde Bah apareceu livre para finalizar. O Benfica estava a encontrar soluções com facilidade, mas o Celtic também mostrou que podia criar perigo.

Aos 28 minutos, Høgh acertou no poste e, na recarga, Camilo Durán voltou a acertar no ângulo do poste mais distante. Dois avisos sérios que a defesa encarnada teve a sorte de sobreviver.

A resposta foi imediata. Aos 36 minutos, Prestianni descobriu Jhon Durán na desmarcação. O avançado recebeu, protegeu a bola, ganhou espaço com um drible simples e rematou rasteiro para o 3-0. Segundo golo do colombiano, segunda assistência de Prestianni. O argentino estava imparável, a ganhar praticamente todos os duelos frente a Colby Donovan.

Ao intervalo, o Benfica tinha 12 remates contra seis do Celtic e uma vantagem confortável, embora os escoceses tivessem criado perigo suficiente para merecer mais do que os 0,55 golos esperados.

A segunda parte começou com o Benfica a manter a posse, mas sem a mesma capacidade para controlar o adversário. Aos 63 minutos, o Celtic reduziu: um cruzamento pela direita encontrou Camilo Durán, que se desmarcou de Lenglet e cabeceou para a baliza. A defesa encarnada voltou a revelar problemas a proteger a área. Dez minutos depois, o mesmo Camilo Durán apareceu pelo corredor central, aproveitou o mau posicionamento do Benfica e rematou ao poste. Era claramente o principal perigo dos escoceses.

O jogo ficou partido, com espaço para os dois lados. Schjelderup também acertou no poste aos 74 minutos, antes de Prestianni obrigar Sinisalo a uma excelente defesa dois minutos depois. O Benfica podia ter resolvido tudo aos 78, mas Pavlidis, pressionado dentro da área, não conseguiu acertar na baliza quando tinha condições para marcar. Era uma oportunidade que não se pode desperdiçar num jogo que ainda não estava fechado.

Nos minutos finais, o Benfica conseguiu finalmente baixar o ritmo do Celtic e voltou a encontrar espaço. Aos 89 minutos, Pavlidis redimiu-se: uma boa movimentação abriu o corredor, o avançado recebeu na desmarcação, puxou para dentro e rematou para o 4-1, apanhando Sinisalo sem reação. Ainda houve tempo para mais uma bola no travessão, já nos descontos.

Pós-jogo

O resultado confirma uma boa noite europeia do Benfica, com Prestianni em destaque e Jhon Durán decisivo.

Estatísticas no final do jogo

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Scroll to Top