Chelsea 0 – 3 Man City | Análise

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Neste Chelsea vs Man City analiso os principais momentos táticos, desempenhos individuais e pontos de viragem da partida.

Em Stamford Bridge, o Chelsea até entrou com alguma intenção, mas foi o Manchester City que, quando decidiu realmente acelerar, resolveu tudo em poucos minutos.

A primeira parte foi enganadora. O Chelsea, mesmo com menos bola, foi quem criou as primeiras situações. Nada de muito claro, mas mais presença e mais aproximação. Houve até um golo anulado que expôs bem a fragilidade defensiva do City naquele momento. Só que faltava sempre o último toque.

Do outro lado, o City tinha posse, mas era uma posse vazia. Muito lateral, pouca profundidade. Durante largos minutos, parecia uma equipa confortável demais, quase desligada. E isso equilibrava o jogo, mesmo com a diferença de qualidade. Ainda assim, dava para sentir que bastava um clique.

E esse clique veio logo no início da segunda parte. Aos 50’, jogada pela direita, Cherki levanta a cabeça e coloca um cruzamento com conta, peso e medida. Nico O’Reilly ataca bem o espaço, ganha posição ao defensor e cabeceia com precisão para o fundo da baliza. Um golo simples na execução, mas muito bem trabalhado no timing. 0-1. E aqui o jogo muda completamente.

O Chelsea acusa o golpe e o City aproveita. Aos 57’, nova jogada com Cherki em destaque. Recebe fora da área, conduz com qualidade, tira dois jogadores do caminho e mete um passe perfeito para Guéhi. Ele domina já a girar e finaliza com calma. Frieza total para o 0-2.

Dois golos em sete minutos. Jogo praticamente decidido.

E quando parece que o City pode abrandar vem mais um. Aos 68’, erro claro na saída do Chelsea. Moisés Caicedo tenta sair a jogar sem critério, perde a bola e Doku não perdoa. Conduz rápido, entra na área e finaliza com confiança. 0-3.

O City passa a controlar totalmente. Posse longa, circulação tranquila, até com momentos de “olé” vindos da bancada. E isto diz muito: o Chelsea deixou de competir.

Há uma diferença clara entre não conseguir e desistir. E na reta final, o Chelsea pareceu mais próximo da segunda opção. Ofensivamente, praticamente desapareceu. Algumas tentativas de longe, sem perigo real. Nada que incomodasse verdadeiramente o controlo do City.

O Chelsea até teve momentos, mas futebol não se joga em momentos. Joga-se em consistência. E aí, a diferença foi enorme.

Pós-jogo

Vitória clara do Manchester City, construída em poucos minutos de alta qualidade. O Chelsea mostrou sinais no início, mas caiu completamente após o primeiro golo.

Estatísticas no final do jogo

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