Fulham 2 – 3 Chelsea | Análise

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Neste Fulham vs Chelsea analiso os principais momentos táticos, desempenhos individuais e pontos de viragem da partida.

Fulham e Chelsea chegam com treinadores novos, ambos ligados ao Real Madrid, mas em situações bem diferentes. Xabi Alonso tem uma equipa cheia de jogadores e contratações, enquanto Arbeloa começa no Fulham ainda com muita gente a olhar para ele depois da passagem pelo Madrid. E o Chelsea entrou a todo o gás.

Nem sequer foi preciso esperar um minuto. Aos 30 segundos, Jorge Cuenca tentou lançar a bola, falhou, Cole Palmer tem a bola e encontrou João Pedro na desmarcação. O brasileiro não perdoou. 0-1, Chelsea à frente praticamente sem tempo para o Fulham perceber o que tinha acontecido.

O Fulham reagiu e começou a ter mais bola, mas o Chelsea continuava a parecer muito mais perigoso. A equipa de Arbeloa defendia num 4-4-2, com Joshua King e Gonzalo García na frente, e conseguiu chegar ao empate aos 23′. King tabelou com Castagne, apareceu nas costas de Morgan Rogers, que não acompanhou, e rematou. Robert Sánchez tinha de defender e não defendeu. Um frango evidente. 1-1.

Só que o Chelsea estava a criar muito. Palmer teve uma boa oportunidade, João Pedro quase marcou outra vez e Lavia obrigou Leno a uma boa defesa. O Fulham tinha 60% de posse no intervalo, mas o Chelsea tinha 13 remates contra sete e 1.57 de xG contra apenas 0.44. Era a diferença entre ter a bola e saber o que fazer com ela.

Aos 41′, Morgan Rogers estreou-se oficialmente pelo Chelsea com golo. Palmer encontrou Lacroix, que apareceu na área, fez um belo drible puxando para a linha final e cruzou rasteiro para Rogers, vindo de trás, finalizar sozinho. 1-2.

Na segunda parte, Palmer continuou a ser a figura. Aos 49′, João Pedro conduziu o contra-ataque, esperou pelo momento certo e soltou para Palmer, que apareceu no overlap e rematou por entre as pernas de Leno. 1-3. Uma grande jogada e mais uma combinação entre os dois.

Mas o Fulham não desistiu. Aos 54′, Castagne dominou uma bola longa e rematou; Sánchez defendeu para a frente e Gonzalo García, também em estreia oficial, apareceu para cabecear como conseguiu. 2-3 e, de repente, o jogo estava completamente aberto outra vez.

O Fulham continuou com mais posse e foi empurrando o Chelsea para trás. King esteve perto do empate, Robinson também tentou um chapéu de grande qualidade e, entretanto, Palmer pediu para sair com queixas na perna. O Chelsea passou a defender num 5-4-1 e tentou simplesmente controlar os últimos minutos. O Fulham lançou mais um avançado e foi atrás do empate, mas faltou a última ação.

Ainda houve um golo de João Pedro aos 90′, mas foi anulado por fora de jogo de Quenda.

Pós-jogo

O Chelsea resistiu e segurou uma vitória que, pela quantidade de oportunidades criadas, podia ter sido mais tranquila. O Fulham teve a bola, teve vontade e nunca deixou de acreditar, mas defensivamente deu demasiados espaços.

Estatísticas no final do jogo

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