Man United 2 – 3 Brighton | Análise

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Neste Man United vs Brighton analiso os principais momentos táticos, desempenhos individuais e pontos de viragem da partida.

O Manchester United chegava a esta terceira ronda da Carabao Cup depois de um início de temporada que já levantava demasiadas dúvidas. Décimo terceiro na Premier League, frágil defensivamente e vindo de uma derrota frente ao Manchester City, nem o fator casa fazia do United favorito. O Brighton, pelo contrário, chegava confiante, depois de goleadas sobre Aston Villa e Coventry.

A resposta parecia perfeita nos primeiros minutos. Aos 8′, Shea Lacey recebeu de Tielemans pela direita, puxou para dentro com pouco espaço e rematou junto ao poste mais próximo para um belo 1-0. Um minuto depois, Mount aproveitou a pressão do United e um erro de Costinha. Rashford recuperou, rematou fraco e Steele defendeu para a zona do penálti, onde Mount apareceu sozinho para fazer o 2-0. Dois golos em dois minutos e um começo de sonho.

Só que o resultado escondia completamente o jogo. O United praticamente não criou mais nada depois do remate de Rashford aos 12′, enquanto o Brighton começou a ganhar terreno.

Aos 36′, Yalcouyé encontrou Pascal Groß numa zona aberta depois de Yoro abandonar a marcação sem que Heaven ou Dalot fechassem o espaço. Groß falhou, mas era mais um sinal de que a defesa do United continuava demasiado fácil de desmontar.

O Brighton já tinha oito remates contra quatro do United e 0,92 de golos esperados contra apenas 0,30.

Aos 45+1′, a fragilidade voltou a aparecer. Sesko perdeu a bola, uma bola longa encontrou Kostoulas nas costas de Heaven e Darlow hesitou demasiado na saída. O jovem grego ficou com a baliza à mercê e reduziu para 2-1. O resultado era, portanto, enganador: o United tinha marcado duas vezes sem construir uma exibição para justificar dois golos.

Na segunda parte, a tendência tornou-se ainda mais evidente. Sesko, completamente desligado do jogo, teve poucas oportunidades para tocar na bola e, quando recebeu aos 61′, conduziu demasiado devagar, tentou driblar e perdeu. Saiu cinco minutos depois, depois de uma exibição muito fraca.

Aos 65′, Groß empatou após uma bola cabeceada para a entrada da área. Tirou Heaven do caminho com qualidade e bateu Darlow. Pouco depois, aos 70′, a reviravolta ficou completa. Kostoulas apareceu nas costas da defesa, o remate bateu em Mazraoui e De Cuyper, entrado quatro minutos antes, apareceu para o 2-3.

O United ainda teve uma oportunidade enorme aos 76′, mas Rashford, isolado, permitiu a defesa de Steele. A partir daí, foi caos. O Brighton ainda ameaçou marcar mais, enquanto o United chegou aos minutos finais sem conseguir criar perigo e terminou sem sequer conseguir controlar a posse.

Pós-jogo

O Brighton eliminou um United que continua a mostrar os mesmos problemas. Sofrer três golos depois de estar a vencer por 2-0 não é azar. É uma equipa sem controlo, sem consistência e, neste momento, sem razões para os adeptos acreditarem nela.

Estatísticas no final do jogo

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